Golpistas utilizam indevidamente nomes de advogados para enganar clientes previdenciários

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O Escritório de Advocacia Adriane Bramante Advogados Associados, alerta seus clientes e toda a sociedade para a prática de golpes que vêm se intensificando nos últimos meses, utilizando indevidamente nomes de advogados para aplicar fraudes, especialmente em processos previdenciários.


Criminosos, munidos de informações reais sobre processos judiciais, têm se passado por advogados ou representantes de escritórios, entrando em contato com clientes por telefone ou aplicativos de mensagens. Sob o pretexto de agilizar a liberação de valores, solicitam transferências via Pix ou depósito bancário, alegando a necessidade de pagamento de taxas ou custas processuais.


O método utilizado pelos golpistas é sofisticado e pode facilmente induzir vítimas ao erro, uma vez que fazem uso de dados verdadeiros, como número do processo, nomes das partes e informações específicas, conferindo aparência de legitimidade à abordagem e utilizando fotos reais de profissionais que atendem ou já atenderam no escritório. 


Reforçamos que não solicita depósitos ou pagamentos antecipados diretamente aos clientes por meio de mensagens de WhatsApp, ligações telefônicas ou qualquer outro meio informal. Toda e qualquer cobrança referente a honorários ou despesas processuais é previamente formalizada por escrito, conforme contrato e comunicações oficiais do escritório.


Caso receba qualquer contato suspeito solicitando valores, orientamos que entre imediatamente em contato pelos nossos canais oficiais de atendimento para validar a informação antes de tomar qualquer providência.


Como agir em caso de tentativa de golpe

Se você, cliente ou cidadão, receber alguma mensagem ou ligação suspeita, siga estas orientações:

  • Não realize pagamentos solicitados sem a devida verificação direta com o seu advogado ou escritório;
  • Registre um boletim de ocorrência imediatamente, anexando provas como prints de conversas, números de telefone, mensagens e quaisquer documentos enviados pelos golpistas;
  • Comunique o ocorrido ao escritório para que também possamos adotar as providências necessárias junto às autoridades competentes.


Além disso, informamos que estamos atentos a essas práticas criminosas e que casos relatados serão levados à Delegacia Especializada para apuração rigorosa dos fatos.


Reiteramos que a relação de confiança construída com nossos clientes é um dos pilares de nossa atuação e, por isso, tomamos todas as medidas possíveis para protegê-los. Atenção e prudência são fundamentais. Em caso de dúvidas, entre em contato imediatamente conosco pelos canais oficiais.



Fonte: Assessoria de Comunicação   Adriane Bramante Advogados 

Créditos: Patrícia Steffanello | Life Comunicação 

Imagem: Freepik 

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Titulo da Notícia Patrícia Steffanello | Assessoria de Comunicação Imagem: Pexels Terceira fase da operação, realizada em Alagoas, encontrou 201 benefícios com indícios de irregularidades. Pensões por morte representam a maior parte dos casos investigados Uma nova etapa da Operação Geração Espontânea, realizada em Alagoas, revelou a existência de 201 benefícios previdenciários com indícios de irregularidades. Do total identificado pelas investigações, 153 são pensões por morte, benefício que acabou concentrando a maior parte dos casos suspeitos. A operação aponta para a existência de um esquema estruturado de fraude contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com participação de diferentes pessoas e núcleos responsáveis por viabilizar a obtenção irregular dos benefícios. Segundo as informações divulgadas pelo Ministério da Previdência Social, a investigação envolve servidores públicos, funcionários de cartórios e pessoas ligadas à falsificação de documentos utilizados nos requerimentos. Entre os documentos que teriam sido falsificados estão certidões de nascimento e óbito, documentos de identidade, atestados médicos e comprovantes de residência. Prejuízo aos cofres públicos supera R$ 24 milhões De acordo com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, o prejuízo estimado com as fraudes investigadas ultrapassa R$ 24 milhões. A atuação da força-tarefa, entretanto, também permitiu interromper pagamentos que poderiam gerar novas perdas. Até o momento, aproximadamente R$ 8,2 milhões em pagamentos indevidos foram evitados. Além disso, 131 benefícios foram suspensos ou cessados durante as investigações. Os demais casos identificados serão encaminhados ao INSS para que passem pelos procedimentos de revisão e análise administrativa. Como funcionaria o esquema? As investigações apontam para uma estrutura organizada, na qual diferentes participantes teriam funções específicas para viabilizar a criação de documentos e informações utilizadas na tentativa de obter benefícios previdenciários de maneira irregular. A falsificação de documentos como certidões de nascimento e óbito chama atenção especialmente nos casos envolvendo pensão por morte. Isso porque a concessão do benefício depende da comprovação de uma série de informações, entre elas o falecimento do segurado e a condição de dependente de quem solicita a pensão. Quando documentos falsos entram nesse processo, todo o sistema de análise pode ser comprometido. Fraudes também prejudicam quem tem direito O combate às irregularidades no INSS não representa apenas uma preocupação com os cofres públicos. Fraudes previdenciárias também podem prejudicar os próprios segurados que dependem do sistema. O INSS administra benefícios destinados a pessoas que se encontram em situações específicas de proteção social, como incapacidade para o trabalho, idade avançada, morte de um segurado ou outras hipóteses previstas na legislação. Quando recursos são desviados por meio de fraudes, aumenta a necessidade de fiscalização e de mecanismos de controle. Para a advocacia previdenciária, esse cenário também exige atenção. O advogado que atua na área precisa acompanhar as mudanças nos procedimentos administrativos e orientar seus clientes sobre a importância de apresentar informações e documentos verdadeiros e consistentes durante um requerimento. A Operação Geração Espontânea vem sendo realizada desde 2024. Somadas as três fases da investigação, já foram cumpridos 46 mandados de busca e apreensão, segundo as informações divulgadas pelo Ministério da Previdência Social. A operação é conduzida pela Polícia Federal, com participação da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social. A identificação dos benefícios suspeitos e a posterior revisão pelo INSS fazem parte de uma estratégia mais ampla de combate a irregularidades e proteção dos recursos destinados ao pagamento dos benefícios previdenciários. Fiscalização e proteção do sistema previdenciário Casos como o investigado na Operação Geração Espontânea mostram a importância do trabalho de inteligência e fiscalização na Previdência Social. Ao mesmo tempo em que é necessário combater quem utiliza documentos falsos para obter benefícios indevidos, também é fundamental garantir que os mecanismos de controle não criem obstáculos desnecessários para quem realmente possui direito à proteção previdenciária. O desafio está justamente em encontrar esse equilíbrio: combater a fraude sem transformar a fiscalização em uma barreira para o segurado de boa-fé. A Previdência Social existe para proteger trabalhadores e suas famílias diante de situações previstas em lei. Preservar os recursos do sistema, portanto, também significa garantir que eles cheguem a quem efetivamente precisa. A Operação Geração Espontânea segue em andamento, e os benefícios identificados como suspeitos ainda passarão pelos procedimentos de revisão do INSS.
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